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O Estado independente de São Marino

San MarinoO 85º Congresso Italiano de Esperanto teve lugar na capital da República de São Marino de 18 a 25 de agosto de 2018 com a participação de cerca de 170 congressistas oriundos de 28 países, entre os quais Portugal, com 4 congressistas. Embora fosse um evento nacional, o prestígio alcançado pela excelente organização de anteriores congressos italianos motivou a vinda de gente de muitas paragens, conferindo-lhe um cariz internacional. Ademais, o facto de a realização ter sido em São Marino, suscitou muita curiosidade e atraiu esperantistas desejosos de conhecer o pequeno estado independente que se orgulha de ser a república mais antiga do mundo e exímio bastião da democracia e das liberdades. Sabiam que foi o primeiro país da Europa ocidental a possuir um governo gerido pelo partido comunista após eleições? São Marino tem apenas 61,96 km2 e 33.200 habitantes distribuídos por 9 municípios. O estado foi fundado no ano 301 dC., constituindo um enclave no extremo oriental dos Apeninos, entre as províncias italianas Emília Romagna e Marches. Rimini, junto ao mar Adriático, fica aproximadamente a 15 km da fronteira, mas para alcançarmos o cimo do monte Titano onde se encontra a cidade, precisamos de trepar e curvar muitas vezes o que dará, talvez, mais uma dezena de quilómetros. A cidade de São Marino foi, em 2008, classificada pela UNESCO, Património da Humanidade atendendo ao seu protagonismo histórico e aos valores da Liberdade, Hospitalidade e Democracia. A República não tem Chefe de Estado. Em vez disso, possui, como líderes, dois capitães-regentes eleitos para mandatos de apenas seis meses. Os mesmos só poderão ser reeleitos após três anos. Atualmente são duas mulheres que se encontram na chefia do Estado e uma delas tem apenas 26 anos.

ilha de ArbeDiz a lenda que no século IV um canteiro oriundo da ilha de Arbe da vizinha Dalmácia (Croácia) veio trabalhar para o porto de Rimini e a seguir, com os seus companheiros, instalou-se no cimo do monte Titano, formando aí uma comunidade cristã. Como tinha bom relacionamento com o Altíssimo, operou milagres sem conta, ficando santo (São Marino).
Ficámos hospedados no hotel Bellavista que faz jus ao seu nome. Muito perto está a Praça da Liberdade onde se encontra o edifício do parlamento e do Governo. O panorama que daí se divisa é inebriante e muitos visitantes aproveitam para fotografar o esplêndido pôr-do-sol.
A vetusta História de São Marino está recheada de peripécias. Nas ruelas e largos do casco antigo da cidade encontram-se, a cada passo, monumentos e estátuas que recordam esse passado em que a heroicidade dos habitantes fez finca-pé às ambições do Estado Pontifício (Vaticano), dos Malatestas e dos Bórgias. Embora a nossa estada fosse de uma semana inteira, a participação nos trabalhos do Congresso não permitiu muitas visitas. Excetuou-se a subida à primeira das três torres (Guaita) as quais se encontram brasonadas na bandeira branca e azul-celeste da República e uma fugaz visita à Basílica cuja custódia conserva as relíquias do santo fundador e patrono.
As artérias da pequena cidade encontram-se impecavelmente limpas, sendo notória a simpatia e o civismo dos habitantes. Muitos turistas (e não só italianos) passeiam pelo burgo onde acontecem sucessivos certames culturais e recreativos, enchendo restaurantes e lojas chiques de modas e recordações.

O concerto na embaixada italiana

Entre as noites culturais integradas no programa do Congresso que contaram com excelentes artistas como Jomo, Grazia Barboni, Mario Migliucci e outros, apraz-nos registar o concerto oferecido no jardim da embaixada da Itália. Foi uma atuação de grande nível do afamado Quarteto de Flautas da Renascença tocando música clássica a que se seguiu um generoso beberete com cocktails de frutas, gelados e espumante. Memorável!

Museu Internacional de Cerâmica de Faenza
Era manifestamente impossível participar em todas as excursões anunciadas na programação. Um pouco à sorte, optámos pelas que nos pareceram mais convenientes. A visita a Faenza foi uma delas e antes de mais repare-se na semelhança entre o nome desta cidade da Emília Romagna e a palavra portuguesa “faiança”. O museu é enorme e historia a evolução da cerâmica em todas as partes do mundo, desde épocas primitivas até aos nossos dias. Lamentavelmente retiveram-nos demasiado na oficina de manuseio de argila em trabalhos quase infantis e depois o tempo não sobrou para apreciar com a devida atenção os numerosos espaços museológicos. A única referência portuguesa que observámos foi a de um lindíssimo prato de porcelana fabricado pela Companhia Vista Alegre, de Ílhavo. Vale a pena lá voltar outra vez para bem analisar este museu didático deveras original.
Cesena
Nesta urbe de 98 mil habitantes fomos recebidos por uma simpática guia local que nos encheu a cabeça de rebuscados pormenores históricos da “Città Malestiana”. De facto, foi a família medieval Malatesta que durante várias gerações dominou a cidade a partir de 1378. Caminhando em ruas e praças calcetadas por seixos rolados, subimos uma colina até ao castelo, chamado “Rocca”, como geralmente são denominados os castelos em Itália. A fortaleza, ao invés de ser construída em pedra (rocha), foi quase toda edificada em tijolo-burro. O Parque da Memória com uma mata de 4 hectares envolve o castelo, o qual começou a construir-se em 1385 por ordem de André Malatesta. Só em 1465, após a morte do último Malatesta, a cidade passou para a posse do Estado Pontifício. A “Rocceta” é um castelo mais pequeno composto de duas partes (macho e fêmea) no interior da “Rocca” que funcionou como prisão desde a época napoleónica até 1960. Descemos depois à Praça do Popolo estabelecida no século XV, que ostenta uma linda fonte em mármore e onde decorria o mercado ambulante (figos a 3€/kg, tomate a 1,5€/kg, batata a 0,80€/kg …)
Seguimos depois para a Biblioteca Malatestiana, património da UNESCO, considerada a mais antiga biblioteca pública da Europa, iniciada em 1420 por Novello Malatesta. A parte mais antiga é um espaço retangular em estilo românico semelhante ao das basílicas medievais, com uma nave central e dez colunas em que figuram os brasões da nobreza malatestiana. A luz e a cor das paredes e do teto formam uma atmosfera propícia à conservação dos preciosos pergaminhos, todos eles manuscritos e expostos em 58 carteiras para as respetivas leituras. No mesmo piso encontra-se também a Biblioteca Piana do Papa Pio VII, expondo curiosos manuscritos hebraicos e oito enormes graduais.
Foi, indubitavelmente, um momento alto da digressão mas pelo facto da biblioteca ser muito extensa e haver demasiados pormenores, tornou-se algo cansativo reter todas as explicações que nos foram transmitidas.

Cervia
Depois do almoço, servido em caixas de papelão, que comemos no pequeno jardim que antecede o Museu Arqueológico, seguimos para a Reserva Natural das Salinas de Cervia. Foi uma visita interessante mas praticamente sem novidades para quem foi nado e criado nas lezírias do Tejo. O complexo situa-se na parte sul do delta do rio Pó onde existem vários canais a desaguar no Adriático. Numa pequena embarcação viajámos durante breves minutos num desses canais, acompanhados por uma jovem guia que nos ia explicando as várias fases do fabrico do sal. Notámos que em Portugal o sal é mais claro e que as respetivas “serras” onde o sal é amontoado não são cobertas com palha. É a camada superficial que endurece durante o estio e evita que a chuva dissolva a produção. Falaram-nos num sal denominado “doce”, o qual, por possuir redução de sulfatos (de magnésio, de potássio, de cálcio …) seria menos amargo (?). (Vendo pelo preço que comprei!). Ficou-nos a ideia de que a manutenção do referido espaço natural se faz mais por razões didáticas e turísticas do que por interesse económico, visto que nem havia dados sobre a quantidade de sal recolhido.

Santarcangelo di Romagna
É uma simpática vila medieval rodeada de muralhas com alguns monumentos e atraentes estabelecimentos comerciais. Não percebemos porque a apelidam de “vilaĝeto” (pequena aldeia). A praça principal possui um arco triunfal e chama-se Ganganelli, nome civil do Papa Clemente XIV, nascido nesta localidade no século XVIII. É ladeada por uma grande escola comunal e pelo edifício do município recheado de lápides comemorativas referentes “Al caduti per la libertà e per il progresso”. Vimos a igreja matriz, edificada no século XVII, e o curioso museu dos botões que parece ser único no mundo. O que é que tem? Ora, cerca de 10 mil botões que até incluem os das vestes papais e os dos astronautas. Depois estivemos algum tempo “enclausurados” numa das 120 grutas escavadas em solo argilo-arenoso do monte Giove. No interior, a temperatura de 14 graus mantém-se estável durante todo o ano. Algumas cavernas são públicas mas outras privadas. Segundo julgámos compreender, elas podem servir de refúgio a 6 mil cidadãos em caso de cataclismo bélico. Subimos depois até ao castelo, disfrutámos do panorama que aí se divisa, mas não entrámos. Passeámos por ruas estreitas cheias de canteiros floridos, permanecemos um pouco junto da casa onde nasceu o jovem Antonio Scarpellini (1927-1944), mártir caído em prol da Resistência contra o fascismo e entrámos fugazmente no Museu Arqueológico de ingresso gratuito, ocupando três pisos. Ficámos com pena de não dispor de mais tempo para o observar com mais atenção.

San Leo
San LeoA derradeira excursão que efetuámos foi, sem dúvida, a que mais agradou. A cidade, ou vila, fica na vertente de um monte com 600 metros de altitude, em cujo cume se ergue um castelo grandioso construído em 1400 que foi considerado inexpugnável. Para lá chegar temos de enfrentar curvas apertadas, só acessíveis aos pequenos autocarros cedidos pela respetiva comuna. Contrariamente ao que vimos noutras fortalezas, esta “rocca” é mesmo construída com pedras rochosas. O castelo dispõe de várias salas museológicas de importante conteúdo histórico. Destacamos as que se referem ao Santo Ofício que agrega variados instrumentos de tortura destinados aos que contrariavam as “verdades absolutas” impostas pelo papado. Naquele emaranhado de prisões podemos ver as celas onde o célebre médico, alquimista e ocultista Cagliostro permaneceu quatro anos até que a morte o veio libertar. A exposição “Cagliostro e l’inquisizione” documenta abundantemente o que foi a vida deste cientista duramente perseguido pela Igreja Católica. A primeira cela era demasiado “confortável” pois dispunha de alguma claridade, é a agora chamada “cela do tesouro” onde os visitantes lançam moedas. Vai daí, transferiram-no para outra mais exígua, subterrânea e escura onde ele sucumbiu. Estão expostas muitas gravuras, símbolos maçónicos e utensílios usados por Cagliostro no exercício da sua medicina, para além de diversas obras de arte (pinturas).
Descemos depois à localidade, conhecida como a cidade da arte, onde decorria uma atraente feira de produtos naturais e artesanato. Tem aqui muita fama um queijo fedorento a que chamam “queijo da fossa” que nos recusámos a provar. No entanto, numa gelataria perante a ostensiva placa “Chi non mangia un gelato verrà decapitato”, não tivemos outro remédio, não fosse o diabo tecê-las, de comprar e degustar um bom gelado com sultanas e assim manter a cabeça e amenizar o calor estival que se fazia sentir.
San Leo, outrora uma importante cidade da região de Montefeltro, por onde passou Francisco de Assis e viveram os Médicis e o próprio Dante, é hoje um pequeno burgo virado para o turismo. Vimos a igreja românica “La Pieve”, erigida no século IX e depois a catedral, grande templo de calcário de cor terrosa, cuja construção se iniciou em 1173. Na respetiva cripta encontra-se a relíquia de San Leo com um fragmento do seu crânio. Parece que Leo teria sido companheiro e amigo de São Marino na sua gesta medieval.

Costumes e curiosidades
Às refeições, os italianos costumam apresentar um primeiro prato simples mas bem abastecido de massa ou arroz, cozidos “al dente”. Passado algum tempo (às vezes demasiado), vem o segundo com carne ou peixe geralmente sem guarnição. Se o esfomeado comensal cair na tentação de encher a barriga com a “pasta” inicial já não lhe chega espaço para comer mais nada. Será propositado?!
“Não falar com a boca cheia” era o título de um livro exposto no restaurante literário “Livros e Cozinha” em Santarcangelo.
Como sabemos, a língua italiana é expressiva e bem-sonante, com muitos “is” agradáveis aos ouvidos. Os falantes de português, quase não precisariam de tradução para bem entender o que as guias iam transmitindo durante os passeios.
No derradeiro dia passámos a vista pelos jornais disponíveis no átrio do hotel, concretamente “La Gazzeta dello Sport”, “Corriere della Sera”, “Corriere dello Sport”, “Il Resto del Carlino”, “Sportweek” e quer nas capas, quer nas primeiras páginas, havia fotografias e profusas notícias de CR7. Uma autêntica febre à volta do Cristiano Ronaldo que há semanas se transferiu para a Juventus.
A designação da maior parte dos estabelecimentos comerciais termina em “ria”. Assim temos: gelateria, caffèteria, osteria, pasticeria, tabbacheria, vineria, pizzeria, rosticeria, erberia, … mas nunca imaginamos que também pudesse haver t-shirteria. Encontrámos este italo-anglicismo em Cesena.

Flora
Nas digressões efetuadas pela região da Emilia Romagna fomos avistando várias produções agrícolas: vinhas, olivais, girassóis, milheirais, macieiras, pereiras, nogueiras, figueiras dispersas e estufas de hortícolas. Muitos terrenos estavam lavrados, presumimos que teriam sido cultivos de trigo, evidenciando leivas grossas e escuras. Alguns vinhedos estavam cobertos com redes, por causa da passarada. Adegas e unidades agroindustriais intercalavam-se, com frequência nas planícies férteis. As cidades visitadas detinham agradáveis espaços verdes e artérias arborizadas com tílias, lódãos, pinheiros-mansos, choupos, plátanos, freixos, robíneas, salgueiros-chorões, loendros, ciprestes e outras árvores nativas do clima mediterrânico. De vez em quando surgiam também abetos, bétulas, castanheiros-da-índia, carvalhos e olmos, mais comuns no centro e norte da Europa.
O monte Titano é dotado duma floresta que foi classificada reserva ecológica. Para além das árvores típicas da faixa mediterrânica, acima mencionadas, encontram-se demasiados ailantos (ailanthus altissima), espécie exógena proveniente da China. A presença de ailantos, que neste fim de agosto se encontram profusamente floridos, é comum na Itália como espécie invasora.
Quando subimos à torre Guaita anotámos a existência de calamintas espontâneas que perfumavam o percurso. Elas apareciam aliás por todo o casco antigo de São Marino a par das parietárias, atestando a natureza calcária do solo.
Na entrada do castelo de San Leo verificámos que em vez de diabelhas surgiam no pisoteio, por entre o empedrado, pequenas tanchagens de folhas curtas mas largas que são plantas da mesma família botânica. Numa das salas dedicadas a Cagliostro, havia reproduções de plantas medicinais que o cientista usava, nomeadamente o freixo, a alfavaca-de-cobra e a mandrágora.
Numa mercearia de produtos regionais recolhemos um livrinho com a programação da 34ª Feira Nacional do Tartufo Bianco Pregiato que irá ocorrer em outubro em Sant’Agata Feltria. Ficámos curiosos porque em Portugal a apanha das túberas, pois de cogumelos se trata, acontece na primavera e não no outono. O livrinho explica como se colhe o “tartufo” e elenca restaurantes e receitas sobre o apreciado cogumelo.
Bordejando os canais das salinas de Cérvia encontravam-se várias plantas halófitas, entre as quais, sarcocórdias, gramatas e inulas. Novidade foi a existência de abrunheiros silvestres mostrando os seus reluzentes frutos negro-azulados, sem dúvida muito adstringentes, mas que permitem confecionar compotas e licores como vimos à venda no Centro de Interpretação.

O Congresso
Os trabalhos do Congresso decorreram no Centro de Congressos Kursaal, imponente edifício dotado de adequadas condições logísticas. O lema do evento foi “Malgrandaj Komunumoj kaj Grandaj Valoroj”, ou seja, “Pequenas comunidades e grandes valores”. São Marino, embora sendo um pequeno estado, já alcançou grande prestígio no que respeita ao idioma internacional. É lá que funciona a AIS - Academia Internacional das Ciências, organização esperantista desenvolvida por Marina Michelotti. Sobre esta notável esperantista de São Marino, já falecida, havia uma interessantíssima exposição logo à entrada do palácio. As várias sessões e cursos decorreram em simultâneo nas diversas salas do edifício, pelo que sem o dom da ubiquidade, não se poderia participar em todos. Assistimos:
- Ao final do curso ministrado por Amri Wandel, professor de astrofísica da Universidade de Jerusalém, “La ebleco por vivo ekster-tera” (A possibilidade para a vida fora da Terra).
- Igualmente à parte final da sessão da búlgara Eva Boyadjleva sobre “Bionergetiko de la homa organismo” (Bioenergia do organismo humano).
-“Enigmoj en Esperanto” (Enigmas no Esperanto) por Luca Desiata e Giorgio Denti.
- A todas as sessões do Seminário “Malgrandaj komunumoj kaj grandaj valoroj”, tema forte do Congresso. Este seminário foi sabiamente dirigido pelo professor Javier Alcalde, de Barcelona que após cada lição, estabeleceu vivos debates entre a assistência. Foram abordados aspetos de grande solidariedade em tempo de guerra desempenhada por esperantistas, nomeadamente durante a guerra civil espanhola (1936-1939) e no decurso da 1ª e da 2ª guerra mundial. Verdadeiros heróis esperantistas como Domènech Massachs, Alice Herz, Valdemar Langlet, Premysl Pitter, William Pickens, Sylvie Flammarion e muitos outros, foram apontados como exemplos de divulgação dos princípios humanitários indissociáveis da língua internacional. Prestou-se justa homenagem a Ursula e Giuseppe Grattapaglia, presentes no Congresso, pelo seu intenso labor na Fazenda Bona Espero (Boa Esperança), no Brasil.

Nota final
Alertamos os leitores para eventuais lapsos que este texto poderá conter. As informações registadas foram fruto de descontraídas observações recolhidas durante os sete dias de duração do Congresso e têm caráter pessoal. Elas refletem primordialmente o gosto e as inclinações socioculturais do cronista, as quais poderão ser altamente discutíveis. Apesar de extenso e quiçá enfadonho, este escrito resulta incompleto por omitir dados que muitos julgariam importantes e realçar aspetos de pormenor de reduzido interesse para alguns leitores.

Setembro/2018
Miguel Boieiro

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